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domingo, 30 de maio de 2010

'A inveja'



Inveja é um sentimento de aversão ao que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materias como qualidades inerentes ao ser)e de tirar essa mesma coisa da pessoa, fazendo com que ela fique sem. É um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor.







A origem latina da palavra inveja é "invidere" que significa "não ver". Com o tempo essa definição foi perdendo o sentido e começado a ser usado ao lado da palavra cobiça, que culminou, então, no sentido que temos hoje.



 



Os indivíduos disputam poder, riquezas e status, aqueles que possuem tais atributos sofrem do sentimento da inveja alheia dos que não possuem, que almejariam ter tais atributos. Isso em psicologia é denominado formação reativa: que é um mecanismo de defesa dos mais "fracos" contra os mais "fortes".






A inveja é originária desde tempos antigos, escritos em textos, que foi acentuado no capitalismo e no darwinismo social, na auto-preservação e auto-afirmação, a inveja seria, popularmente falando, a arma dos "incompetentes".






Numa outra perspectiva, a inveja também pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual.

terça-feira, 25 de maio de 2010

'O Psicopata'



Psicopata, a rigor designa toda pessoa que sofre de doença mental seja neurose ou tem personalidade psicopática. Contudo essa última categoria nosológica em especial, dá o nome ao grupo conhecido como sóciopatas. Estes por sua vez, na perspectiva psicanalítica são os portadores de neuroses de carácter ou perversões sexuais. ou psicose
A psicopatia é um distúrbio mental grave caracterizado por um desvio de carácter, ausência de sentimentos genuínos, frieza, insensibilidade aos sentimentos alheios, manipulação, egocentrismo, falta de remorso e culpa para actos cruéis e inflexibilidade com castigos e punições. Apesar da psicopatia ser muito mais frequente nos indivíduos do sexo masculino, também atinge as mulheres, em variados níveis, embora com características diferenciadas e menos específicas que a psicopatia que atinge os homens.
Embora popularmente a psicopatia seja conhecida como tal, ou como "sociopatia", cientificamente, a doença é denominada como sinónimo do diagnóstico do transtorno de personalidade anti-social.
A psicopatia parece estar relacionada a algumas importantes disfunções cerebrais, sendo importante considerar que um só único factor não é totalmente esclarecedor para causar o distúrbio; parece haver uma junção de componentes. Embora alguns indivíduos com psicopatia mais branda não tenham tido um histórico traumático, o transtorno - principalmente nos casos mais graves, tais como sádicos e assassinos em série - parece estar associado à mistura de três principais factores: disfunções cerebrais/biológicas ou traumas neurológicos, predisposição genética e traumas sócio-psicológicos na infância (ex, abuso emocional, sexual, físico, negligência, violência, conflitos e separação dos pais etc.). Todo indivíduo anti-social possui, no mínimo, um desses componentes no histórico de sua vida, especialmente a influência genética, entretanto, nem toda pessoa que sofreu algum tipo de abuso ou perda na infância irá tornar-se uma psicopata sem ter uma certa influência genética ou distúrbio cerebral; assim como é inadmissível afirmar que todo psicopata já nasce com essas características. Portanto, a junção dos três factores torna-se essencial; há de se considerar desde a genética, traumas psicológicos e disfunções no cérebro (especialmente no lobo frontal e sistema límbico).


O psicólogo português Armindo Freitas de Magalhães é o autor do projecto científico pioneiro "Psicopatia e Emoções em Portugal" (2010) com o objectivo de compreender os processos cerebrais envolvidos nas reacções neuropsicofisiológicas da expressão facial da emoção, conhecer a razão pela qual o padrão de emoção negativa é recorrente na psicopatia, se há diferenças de género e idade e procurar os motivos orgânicos e ambientais envolvidos e estabelecer um padrão que permita o tratamento e a profilaxia do crime. Para verificar e analisar o cérebro dos psicopatas e a relação correspondente à expressão facial, será utilizada a imagiologia de ressonância magnética funcional (FMRI), a psicometria neurofuncional e as plataformas informáticas que estimulam os sistemas cerebrais, particularmente o límbico.
De maneira geral, nos homens, o transtorno tende a ser mais evidente antes dos 15 anos de idade, e nas mulheres pode passar despercebido por muito tempo, principalmente porque as mulheres psicopatas parecem ser mais discretas e menos impulsivas que os homens, e por se tratar de um transtorno de personalidade, o distúrbio tem eclosão evidente no final da adolescência ou começo da idade adulta, por volta dos 18 anos e geralmente acompanha por toda a vida.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

'Falsidade'




Falsidade é a característica do que não é verdadeiro.
De fato, o ser humano muitas vezes se sente, na nossa sociedade, quase obrigada a ser falso. A mentira, o engodo, o engano, a falsa aparência  e a desfaçatez são géneros de primeira necessidade nos relacionamentos entre as pessoas. O orgulho e a busca de reconhecimento trazem consigo a necessidade quase inadiável de aparentar algo que não se é.
Outro modo de definir uma pessoa falsa é usado o termo "Duas Caras".Para que não sejamos falsos nossas acções devem condizer com nossas palavras.
A falsidade em sua concepção traz á pessoa certos proveitos. Omitir a sua condição, ou se mostrar de maneira diferente para levar vantagens, obter lucros, ascensão social, desmoralizar outras pessoas entre outros.
Essa parece ser a ética do mundo. 
É fácil tornar um relato mais interessante acrescentando a ele alguns detalhes, como também é fácil fraudar uma historia quando lhe dispensamos uma omissão ou acção. É simples deduzir que não existe o que se pode chamar de “falsidade particular”, ou seja, uma informação fora do verdadeiro não prejudica somente a pessoa que a pratica.



Motivos

A prática da falsidade está muito avançada em determinadas áreas da sociedade, motivados por:
  • Obter vantagem sobre pessoas ou situações.
  • Lucro de carácter económico ou social.
  • Desmoralizar Pessoas e Grupos Étnicos.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

'Tipos de comunicação não-verbal'

A comunicação não-verbal é definida como o processo de comunicação por meio de enviar e receber mensagens sem palavras. Comunicação não-verbal compreende as expressões faciais, contato visual, gestos, postura e linguagem corporal. Roupas e estilos de cabelo também desempenhar um papel significativo é esta categoria de comunicação.


Fala também contém parâmetros conhecidos como paralanguage que incluem a qualidade da voz, entonação, estresse, emoções e estilo de falar. Da mesma forma, os textos escritos também incorporar elementos não-verbais, tais como estilo de letra e arranjo espacial das palavras. No entanto, a pesquisa destaca que uma parte substancial da nossa comunicação é não verbal.

 



A primeira faceta potente da comunicação não-verbal é a expressão facial. As expressões no rosto têm o potencial para demonstrar felicidade, tristeza, raiva, ansiedade, nervosismo, surpresa e medo. Com a exceção de poucos, a maioria das expressões faciais são universais. Os olhos também falam muito sobre o estado da mente de uma pessoa. Os olhos podem representar uma gama de emoções, incluindo juros, a atração ea aversão. Olhando, olhando e piscando forma importante de comportamentos não verbais. Diz-se que na companhia de pessoas agradáveis, os alunos tendem a dilatar ea taxa de piscar aumenta.






Gestos representam movimentos intencionais e os sinais que transmitem sentimentos sem o uso de palavras. Gestos comuns incluem acenando, apontando e usando os dedos para indicar os montantes número. Outros gestos são arbitrários e variam de acordo com a cultura. A linguagem corporal e de forma a postura do pedaço principal da comunicação não-verbal. A investigação sobre a linguagem corporal tem crescido significativamente desde a década de 1970. A linguagem corporal é extremamente útil para decifrar uma mente aberta exemplificando a atitude de confiança e um comportamento fechado reflectindo apreensão. Proxemics ou espaço pessoal é de valor considerável na comunicação não-verbal. A quantidade de uma distância exige, entre enquanto que em conversa com outras pessoas é influenciada por uma série de fatores, incluindo as normas sociais, os fatores situacionais, características de personalidade e nível de familiaridade. Foi calculado por especialistas que a quantidade de espaço pessoal necessário ao ter uma conversa casual com outra pessoa, geralmente varia entre 18 centímetros a 4 metros. Por outro lado, a distância pessoal necessária ao falar a uma multidão de pessoas está em torno de 10 a 12 pés.








O próximo parâmetro da comunicação não-verbal é paralinguistics. Este fator refere-se a comunicação vocal, que é separada da língua real. Isto inclui a dinâmica de como o tom de voz, intensidade, inflexão e arremesso. O tom de voz pode ter um impacto muito forte sobre o significado de uma frase. Um forte tom de voz é interpretada como a aprovação e entusiasmo, enquanto que as mesmas palavras faladas em tom hesitante pode transmitir desaprovação e uma falta de interesse. Alças formam uma outra característica da comunicação não-verbal. Um lote pode ser transmitida através do toque. Houve uma quantidade substancial de pesquisas sobre a importância do toque na infância e na infância. Foi observado que a privação do toque e contato impede o desenvolvimento. O último aspecto da comunicação não-verbal é destacado pelo aparecimento de um indivíduo. A escolha de cores, roupas, penteados e fatores relacionados que afetam a aparência também desempenham um papel na transmissão de emoções. A investigação sobre a psicologia da cor tem demonstrado que as cores diferentes têm a probabilidade de invocar diferentes humores. Aparência pode também modificar um de reações fisiológicas, julgamento e interpretações.








Costumamos dar importância evidente para as palavras. Sem saber que a verdadeira sensação é realizado por várias outras dinâmicas da nossa personalidade.



quinta-feira, 6 de maio de 2010

'Insegurança Emocional'



O que é?

Não ter certeza sobre qual é a melhor opção. Sofre de uma total incapacidade para tomar decisões. O inseguro está sempre a perguntar a opinião de terceiros, se este é realmente o trabalho melhor, o parceiro é suficientemente ideal, vai dar certo, deve ir pela direita ou pela esquerda, pinta de azul ou vermelho.

Que aparência tem?

Semblante atormentado, lábios cerrados, ar perdido.



Importância para sobrevivência?

A insegurança é fundamental para tomarmos decisões corretas e seguras, pois nos obriga a pensar em prós e contras e consequências das escolhas que fazem parte da vida. E olhe a importância somos frutos de nossas escolhas. Logo, o nosso sucesso e o nosso fracasso estão intimamente ligados a nossa capacidade de decidir.








Fora de si

Grandes decisões são inerentes à vida e diante de uma grande decisão é normal você passar uma noite em claro ou exteriorizar as suas preocupações. O indicio de que a insegurança está fora de controle, caminhando para seu descontrole, é quando você se torna incapaz de decidir questões simples do dia-a-dia. Vou almoçar em qual restaurante? Qual dos livros eu compro? Que roupas vou usar? E mais: uma simples escolha é vivenciada com muito sofrimento.

O que está por trás deste comportamento é: você é incapaz de decidir o que é melhor para sua vida. No trabalho, então, a insegurança se torna um desastre!

O efeito colateral chega à auto-estima. O inseguro sente-se a pior das criaturas, passa a se esconder, como se alguém fosse descobrir sua incapacidade de decisão.

“ A “insegurança gera ansiedade” E, em excesso, pode levar a neurose de ansiedade, caracterizada por insegurança de forma constante deixando a pessoa permanentemente irrequieta. Neste ponto é necessário buscar uma ajuda terapêutica para encontrar equilíbrio.

A insegurança está ligada ao medo. A auto estima deficiente impede que você tenha coragem necessária para enfrentar as consequências das suas escolhas.






Como retomar o controle?

A tarefa de eliminar a insegurança passa pelo controle da auto-estima, da sua personalidade. É um processo longo que envolve muito trabalho no desenvolvimento pessoal e é preciso buscar os recursos.

Muitos optam por uma ajuda profissional, como um terapeuta, para conduzir este processo. Você pode iniciar pelo auto conhecimento, conhecer as suas fraquezas e suas forças é um ponto importante.

Um recurso importante é estudar sobre seus comportamentos procure cursos, seminários e workshops de desenvolvimento humano, como inteligência emocional, assertividade, razão, emoção, etc. Se você for do tipo empenhado poderá até tentar um curso em alguma universidade aberta. Não há nada mais revigorante para a auto-estima do que voltar a estudar.

Lembre-se esteja sempre atento e aberto a aprender coisas novas.