A beleza é uma experiência, um processo cognitivo ou mental, ou ainda, espiritual, relacionada à percepção de elementos que agradam de forma singular aquele que a experimenta. Suas formas são inúmeras, e a ciência ainda tenta dar uma explicação para o processo.
O conceito é humano, mas suas expressões são próprias da natureza, pois em parte está assentado sobre directrizes biológicas que são activas em inúmeras espécies superiores de seres vivos, como por exemplo, as aves e os mamíferos. Através deste aspecto, a beleza pode ser compreendida como elemento importante no processo evolutivo das espécies em questão. Até então, a beleza pode ser mensurável, já que está subordinada a padrões específicos. Mas no universo humano, ela não se resume a isso.
'Beleza Humana'
Quando nos referimos a beleza humana, entram em jogo inúmeros factores que normalmente não se aplicam a objectos ou eventos. A beleza é um conceito social, e frequentemente é resultado da intersecção de diversos factores biológicos, sociais, climáticos, ambientais e históricos. Nos anos 90 houve uma massificação do corpo esbelto, induzindo muitas mulheres à anorexia. Actualmente, tenta-se desmontar o conceito através de normas que variam entre as nações. No Brasil já existe uma lei em vigor que regulamenta o peso mínimo das modelos com relação a padrões corporais.
Outro critério importante para a beleza humana é a simetria. Pesquisas recentes demonstram que rostos simétricos tendem a ser considerados mais belos que os assimétricos.
Além disso, mescla-se ao conceito de beleza corporal humana a sexualidade, quando a referência é o corpo físico (e não a beleza interior). Nesse caso, a presença de caracteres sexuais secundários mais marcantes elevam o nível de beleza da pessoa que os possui.
quinta-feira, 17 de junho de 2010
sexta-feira, 11 de junho de 2010
'Arte Urbana'
Arte Urbana ou street art - é a expressão que refere-se a manifestações artísticas desenvolvidas no espaço público, distinguindo-se da manifestações de carácter institucional ou empresarial, bem como do mero vandalismo.
As princípio, um movimento underground, a street art foi gradualmente se constituindo como forma do fazer artístico, abrangendo várias modalidades de grafismos - algumas vezes muito ricos em detalhes, que vão do Graffiti ao Estêncil, passando por stickers, cartazes lambe-lambe (também chamados poster-bombs), intervenções, instalações, flash mob, entre outras. São formas de pessoaas sozinhas, expressarem os seus sentimentos através de desenhos.
A expressão Arte Urbana surge inicialmente associada aos pré-urbanistas culturistas como John Ruskin ou William Morris e posteriormente ao urbanismo Camillo Sitte e Ebenezer Howard (designação "culturalista" tem o cunho de Françoise Choay). O termo era usado (em sentido lato) para identificar o "refinamento" de determinados traços executados pelos urbanistas ao "desenharem" a cidade. culturalista de
Da necessidade de flexibilidade no desenhar da cidade surgiu a figura dos planos de gestão. Este facto fez cair em desuso o termo Arte Urbana, ficando a relação entre Arte e cidade confinada durante anos à expressão Arte Pública.
Dada a dificuldade de enquadramento das inscrições murais feitas à revelia das autoridades e proprietários no conceito de arte pública, assiste-se a um ressurgimento da designação de "Arte Urbana" que passou a incluir todo o tipo de expressões criativas no espaço colectivo. Esta designação adquiriu assim um novo significado e pretende identificar a Arte que se faz no contexto Urbano à margem das instituições públicas.
domingo, 30 de maio de 2010
'A inveja'
Inveja é um sentimento de aversão ao que o outro tem e a própria pessoa não tem. Este sentimento gera o desejo de ter exatamente o que a outra pessoa tem (pode ser tanto coisas materias como qualidades inerentes ao ser)e de tirar essa mesma coisa da pessoa, fazendo com que ela fique sem. É um sentimento gerado pelo egocentrismo e pela soberba de querer ser maior e melhor que todos, não podendo suportar que outrem seja melhor.
A origem latina da palavra inveja é "invidere" que significa "não ver". Com o tempo essa definição foi perdendo o sentido e começado a ser usado ao lado da palavra cobiça, que culminou, então, no sentido que temos hoje.
Os indivíduos disputam poder, riquezas e status, aqueles que possuem tais atributos sofrem do sentimento da inveja alheia dos que não possuem, que almejariam ter tais atributos. Isso em psicologia é denominado formação reativa: que é um mecanismo de defesa dos mais "fracos" contra os mais "fortes".
A inveja é originária desde tempos antigos, escritos em textos, que foi acentuado no capitalismo e no darwinismo social, na auto-preservação e auto-afirmação, a inveja seria, popularmente falando, a arma dos "incompetentes".
Numa outra perspectiva, a inveja também pode ser definida como uma vontade frustrada de possuir os atributos ou qualidades de um outro ser, pois aquele que deseja tais virtudes é incapaz de alcançá-la, seja pela incompetência e limitação física, seja pela intelectual.
terça-feira, 25 de maio de 2010
'O Psicopata'
Psicopata, a rigor designa toda pessoa que sofre de doença mental seja neurose ou tem personalidade psicopática. Contudo essa última categoria nosológica em especial, dá o nome ao grupo conhecido como sóciopatas. Estes por sua vez, na perspectiva psicanalítica são os portadores de neuroses de carácter ou perversões sexuais. ou psicose
A psicopatia é um distúrbio mental grave caracterizado por um desvio de carácter, ausência de sentimentos genuínos, frieza, insensibilidade aos sentimentos alheios, manipulação, egocentrismo, falta de remorso e culpa para actos cruéis e inflexibilidade com castigos e punições. Apesar da psicopatia ser muito mais frequente nos indivíduos do sexo masculino, também atinge as mulheres, em variados níveis, embora com características diferenciadas e menos específicas que a psicopatia que atinge os homens.
Embora popularmente a psicopatia seja conhecida como tal, ou como "sociopatia", cientificamente, a doença é denominada como sinónimo do diagnóstico do transtorno de personalidade anti-social.
A psicopatia parece estar relacionada a algumas importantes disfunções cerebrais, sendo importante considerar que um só único factor não é totalmente esclarecedor para causar o distúrbio; parece haver uma junção de componentes. Embora alguns indivíduos com psicopatia mais branda não tenham tido um histórico traumático, o transtorno - principalmente nos casos mais graves, tais como sádicos e assassinos em série - parece estar associado à mistura de três principais factores: disfunções cerebrais/biológicas ou traumas neurológicos, predisposição genética e traumas sócio-psicológicos na infância (ex, abuso emocional, sexual, físico, negligência, violência, conflitos e separação dos pais etc.). Todo indivíduo anti-social possui, no mínimo, um desses componentes no histórico de sua vida, especialmente a influência genética, entretanto, nem toda pessoa que sofreu algum tipo de abuso ou perda na infância irá tornar-se uma psicopata sem ter uma certa influência genética ou distúrbio cerebral; assim como é inadmissível afirmar que todo psicopata já nasce com essas características. Portanto, a junção dos três factores torna-se essencial; há de se considerar desde a genética, traumas psicológicos e disfunções no cérebro (especialmente no lobo frontal e sistema límbico).
O psicólogo português Armindo Freitas de Magalhães é o autor do projecto científico pioneiro "Psicopatia e Emoções em Portugal" (2010) com o objectivo de compreender os processos cerebrais envolvidos nas reacções neuropsicofisiológicas da expressão facial da emoção, conhecer a razão pela qual o padrão de emoção negativa é recorrente na psicopatia, se há diferenças de género e idade e procurar os motivos orgânicos e ambientais envolvidos e estabelecer um padrão que permita o tratamento e a profilaxia do crime. Para verificar e analisar o cérebro dos psicopatas e a relação correspondente à expressão facial, será utilizada a imagiologia de ressonância magnética funcional (FMRI), a psicometria neurofuncional e as plataformas informáticas que estimulam os sistemas cerebrais, particularmente o límbico.
De maneira geral, nos homens, o transtorno tende a ser mais evidente antes dos 15 anos de idade, e nas mulheres pode passar despercebido por muito tempo, principalmente porque as mulheres psicopatas parecem ser mais discretas e menos impulsivas que os homens, e por se tratar de um transtorno de personalidade, o distúrbio tem eclosão evidente no final da adolescência ou começo da idade adulta, por volta dos 18 anos e geralmente acompanha por toda a vida.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
'Falsidade'
Falsidade é a característica do que não é verdadeiro.
De fato, o ser humano muitas vezes se sente, na nossa sociedade, quase obrigada a ser falso. A mentira, o engodo, o engano, a falsa aparência e a desfaçatez são géneros de primeira necessidade nos relacionamentos entre as pessoas. O orgulho e a busca de reconhecimento trazem consigo a necessidade quase inadiável de aparentar algo que não se é.
Outro modo de definir uma pessoa falsa é usado o termo "Duas Caras".Para que não sejamos falsos nossas acções devem condizer com nossas palavras.
A falsidade em sua concepção traz á pessoa certos proveitos. Omitir a sua condição, ou se mostrar de maneira diferente para levar vantagens, obter lucros, ascensão social, desmoralizar outras pessoas entre outros.
Essa parece ser a ética do mundo.
É fácil tornar um relato mais interessante acrescentando a ele alguns detalhes, como também é fácil fraudar uma historia quando lhe dispensamos uma omissão ou acção. É simples deduzir que não existe o que se pode chamar de “falsidade particular”, ou seja, uma informação fora do verdadeiro não prejudica somente a pessoa que a pratica.
Motivos
A prática da falsidade está muito avançada em determinadas áreas da sociedade, motivados por:
- Obter vantagem sobre pessoas ou situações.
- Lucro de carácter económico ou social.
- Desmoralizar Pessoas e Grupos Étnicos.
quarta-feira, 12 de maio de 2010
'Tipos de comunicação não-verbal'
A comunicação não-verbal é definida como o processo de comunicação por meio de enviar e receber mensagens sem palavras. Comunicação não-verbal compreende as expressões faciais, contato visual, gestos, postura e linguagem corporal. Roupas e estilos de cabelo também desempenhar um papel significativo é esta categoria de comunicação.
Fala também contém parâmetros conhecidos como paralanguage que incluem a qualidade da voz, entonação, estresse, emoções e estilo de falar. Da mesma forma, os textos escritos também incorporar elementos não-verbais, tais como estilo de letra e arranjo espacial das palavras. No entanto, a pesquisa destaca que uma parte substancial da nossa comunicação é não verbal.
A primeira faceta potente da comunicação não-verbal é a expressão facial. As expressões no rosto têm o potencial para demonstrar felicidade, tristeza, raiva, ansiedade, nervosismo, surpresa e medo. Com a exceção de poucos, a maioria das expressões faciais são universais. Os olhos também falam muito sobre o estado da mente de uma pessoa. Os olhos podem representar uma gama de emoções, incluindo juros, a atração ea aversão. Olhando, olhando e piscando forma importante de comportamentos não verbais. Diz-se que na companhia de pessoas agradáveis, os alunos tendem a dilatar ea taxa de piscar aumenta.
Gestos representam movimentos intencionais e os sinais que transmitem sentimentos sem o uso de palavras. Gestos comuns incluem acenando, apontando e usando os dedos para indicar os montantes número. Outros gestos são arbitrários e variam de acordo com a cultura. A linguagem corporal e de forma a postura do pedaço principal da comunicação não-verbal. A investigação sobre a linguagem corporal tem crescido significativamente desde a década de 1970. A linguagem corporal é extremamente útil para decifrar uma mente aberta exemplificando a atitude de confiança e um comportamento fechado reflectindo apreensão. Proxemics ou espaço pessoal é de valor considerável na comunicação não-verbal. A quantidade de uma distância exige, entre enquanto que em conversa com outras pessoas é influenciada por uma série de fatores, incluindo as normas sociais, os fatores situacionais, características de personalidade e nível de familiaridade. Foi calculado por especialistas que a quantidade de espaço pessoal necessário ao ter uma conversa casual com outra pessoa, geralmente varia entre 18 centímetros a 4 metros. Por outro lado, a distância pessoal necessária ao falar a uma multidão de pessoas está em torno de 10 a 12 pés.
O próximo parâmetro da comunicação não-verbal é paralinguistics. Este fator refere-se a comunicação vocal, que é separada da língua real. Isto inclui a dinâmica de como o tom de voz, intensidade, inflexão e arremesso. O tom de voz pode ter um impacto muito forte sobre o significado de uma frase. Um forte tom de voz é interpretada como a aprovação e entusiasmo, enquanto que as mesmas palavras faladas em tom hesitante pode transmitir desaprovação e uma falta de interesse. Alças formam uma outra característica da comunicação não-verbal. Um lote pode ser transmitida através do toque. Houve uma quantidade substancial de pesquisas sobre a importância do toque na infância e na infância. Foi observado que a privação do toque e contato impede o desenvolvimento. O último aspecto da comunicação não-verbal é destacado pelo aparecimento de um indivíduo. A escolha de cores, roupas, penteados e fatores relacionados que afetam a aparência também desempenham um papel na transmissão de emoções. A investigação sobre a psicologia da cor tem demonstrado que as cores diferentes têm a probabilidade de invocar diferentes humores. Aparência pode também modificar um de reações fisiológicas, julgamento e interpretações.
Costumamos dar importância evidente para as palavras. Sem saber que a verdadeira sensação é realizado por várias outras dinâmicas da nossa personalidade.
Fala também contém parâmetros conhecidos como paralanguage que incluem a qualidade da voz, entonação, estresse, emoções e estilo de falar. Da mesma forma, os textos escritos também incorporar elementos não-verbais, tais como estilo de letra e arranjo espacial das palavras. No entanto, a pesquisa destaca que uma parte substancial da nossa comunicação é não verbal.
A primeira faceta potente da comunicação não-verbal é a expressão facial. As expressões no rosto têm o potencial para demonstrar felicidade, tristeza, raiva, ansiedade, nervosismo, surpresa e medo. Com a exceção de poucos, a maioria das expressões faciais são universais. Os olhos também falam muito sobre o estado da mente de uma pessoa. Os olhos podem representar uma gama de emoções, incluindo juros, a atração ea aversão. Olhando, olhando e piscando forma importante de comportamentos não verbais. Diz-se que na companhia de pessoas agradáveis, os alunos tendem a dilatar ea taxa de piscar aumenta.
Gestos representam movimentos intencionais e os sinais que transmitem sentimentos sem o uso de palavras. Gestos comuns incluem acenando, apontando e usando os dedos para indicar os montantes número. Outros gestos são arbitrários e variam de acordo com a cultura. A linguagem corporal e de forma a postura do pedaço principal da comunicação não-verbal. A investigação sobre a linguagem corporal tem crescido significativamente desde a década de 1970. A linguagem corporal é extremamente útil para decifrar uma mente aberta exemplificando a atitude de confiança e um comportamento fechado reflectindo apreensão. Proxemics ou espaço pessoal é de valor considerável na comunicação não-verbal. A quantidade de uma distância exige, entre enquanto que em conversa com outras pessoas é influenciada por uma série de fatores, incluindo as normas sociais, os fatores situacionais, características de personalidade e nível de familiaridade. Foi calculado por especialistas que a quantidade de espaço pessoal necessário ao ter uma conversa casual com outra pessoa, geralmente varia entre 18 centímetros a 4 metros. Por outro lado, a distância pessoal necessária ao falar a uma multidão de pessoas está em torno de 10 a 12 pés.
O próximo parâmetro da comunicação não-verbal é paralinguistics. Este fator refere-se a comunicação vocal, que é separada da língua real. Isto inclui a dinâmica de como o tom de voz, intensidade, inflexão e arremesso. O tom de voz pode ter um impacto muito forte sobre o significado de uma frase. Um forte tom de voz é interpretada como a aprovação e entusiasmo, enquanto que as mesmas palavras faladas em tom hesitante pode transmitir desaprovação e uma falta de interesse. Alças formam uma outra característica da comunicação não-verbal. Um lote pode ser transmitida através do toque. Houve uma quantidade substancial de pesquisas sobre a importância do toque na infância e na infância. Foi observado que a privação do toque e contato impede o desenvolvimento. O último aspecto da comunicação não-verbal é destacado pelo aparecimento de um indivíduo. A escolha de cores, roupas, penteados e fatores relacionados que afetam a aparência também desempenham um papel na transmissão de emoções. A investigação sobre a psicologia da cor tem demonstrado que as cores diferentes têm a probabilidade de invocar diferentes humores. Aparência pode também modificar um de reações fisiológicas, julgamento e interpretações.
Costumamos dar importância evidente para as palavras. Sem saber que a verdadeira sensação é realizado por várias outras dinâmicas da nossa personalidade.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
'Insegurança Emocional'
O que é?
Não ter certeza sobre qual é a melhor opção. Sofre de uma total incapacidade para tomar decisões. O inseguro está sempre a perguntar a opinião de terceiros, se este é realmente o trabalho melhor, o parceiro é suficientemente ideal, vai dar certo, deve ir pela direita ou pela esquerda, pinta de azul ou vermelho.
Não ter certeza sobre qual é a melhor opção. Sofre de uma total incapacidade para tomar decisões. O inseguro está sempre a perguntar a opinião de terceiros, se este é realmente o trabalho melhor, o parceiro é suficientemente ideal, vai dar certo, deve ir pela direita ou pela esquerda, pinta de azul ou vermelho.
Que aparência tem?
Semblante atormentado, lábios cerrados, ar perdido.
Importância para sobrevivência?
A insegurança é fundamental para tomarmos decisões corretas e seguras, pois nos obriga a pensar em prós e contras e consequências das escolhas que fazem parte da vida. E olhe a importância somos frutos de nossas escolhas. Logo, o nosso sucesso e o nosso fracasso estão intimamente ligados a nossa capacidade de decidir.
Fora de si
Grandes decisões são inerentes à vida e diante de uma grande decisão é normal você passar uma noite em claro ou exteriorizar as suas preocupações. O indicio de que a insegurança está fora de controle, caminhando para seu descontrole, é quando você se torna incapaz de decidir questões simples do dia-a-dia. Vou almoçar em qual restaurante? Qual dos livros eu compro? Que roupas vou usar? E mais: uma simples escolha é vivenciada com muito sofrimento.
O que está por trás deste comportamento é: você é incapaz de decidir o que é melhor para sua vida. No trabalho, então, a insegurança se torna um desastre!
O efeito colateral chega à auto-estima. O inseguro sente-se a pior das criaturas, passa a se esconder, como se alguém fosse descobrir sua incapacidade de decisão.
“ A “insegurança gera ansiedade” E, em excesso, pode levar a neurose de ansiedade, caracterizada por insegurança de forma constante deixando a pessoa permanentemente irrequieta. Neste ponto é necessário buscar uma ajuda terapêutica para encontrar equilíbrio.
A insegurança está ligada ao medo. A auto estima deficiente impede que você tenha coragem necessária para enfrentar as consequências das suas escolhas.
Como retomar o controle?
A tarefa de eliminar a insegurança passa pelo controle da auto-estima, da sua personalidade. É um processo longo que envolve muito trabalho no desenvolvimento pessoal e é preciso buscar os recursos.
Muitos optam por uma ajuda profissional, como um terapeuta, para conduzir este processo. Você pode iniciar pelo auto conhecimento, conhecer as suas fraquezas e suas forças é um ponto importante.
Um recurso importante é estudar sobre seus comportamentos procure cursos, seminários e workshops de desenvolvimento humano, como inteligência emocional, assertividade, razão, emoção, etc. Se você for do tipo empenhado poderá até tentar um curso em alguma universidade aberta. Não há nada mais revigorante para a auto-estima do que voltar a estudar.
Lembre-se esteja sempre atento e aberto a aprender coisas novas.
sexta-feira, 30 de abril de 2010
'Um estudo ao humor'
Apesar de o humor ser largamente estudado, teorizado e discutido por filósofos e outros, permanece extraordinariamente difícil de definir, quer na sua vertente psicológica quer na sua expressão, como forma de arte e de pensamento. Na verdade, o que é que o distingue de tantos outros aspectos do cómico, como a ironia ou a sátira? A ironia é uma simulação subtil de dizer uma coisa por outra. A ironia não pretende ser aceita, mas compreendida e interpretada. Para Sócrates, a ironia é uma espécie de "docta ignorantia", ou seja, "ignorância fingida" que questiona sabendo a resposta e orientando-a para o que quer que esta seja. Em Aristóteles e S. Tomás de Aquino, a ironia não passa de uma forma de obtenção de benevolência alheia pelo fingimento de falta de méritos próprios. A partir de Kant, assentando na ideia idealista, a ironia passa a ser considerada alguma coisa aparente, que como tal se impõe ao homem vulgar ou distraído. Corrosiva e implacável, a sátira é utilizada por aqueles que demonstram a sua capacidade de indignação, de forma divertida, para fulminar abusos, castigar, rir, os costumes, denunciar determinados defeitos, melhorar situações aberrantes, vingar injustiças… Umas vezes é brutal, outras mais subtil.
Já o humor é determinado essencialmente pela personalidade de quem ri. Por isso, pode-se pensar que o humor não ultrapassa o campo do jogo ou os limites imediatos da sanção moral ou social, mas este pode subir mais alto e atingir os domínios da compreensão filosófica, logo que o emissor penetre em regiões mais profundas, no que há de íntimo na natureza humana, no mistério do psíquico, na complexidade da consciência, no significado espiritual do mundo que o rodeia. Pode-se, assim, concluir que o humor é a mais subjectiva categoria do cómico e a mais individual, pela coragem e elevação que pressupõe. Logo, o que o distingue das restantes formas do cómico é a sua independência em relação à dialéctica e a ausência de qualquer função social. Trata-se, portanto, de uma categoria intrinsecamente enraizada na personalidade, fazendo parte dela e definindo-a até. É por isso que se diz “Há tantos humores como humoristas.”.
“Ludus est necessarius ad conversationem humanae vitae.” – “O humor é necessário para a vida humana.” (S. Tomás de Aquino) Através desta afirmação, percebe-se que, da mesma maneira que o sono está para o repouso corporal, também o humor está para o repouso da alma. Esta analogia entre o sono e o humor é bastante explícita, no que diz respeito à importância do humor na vida do Homem. É por isto que o humor é considerado por S. Tomás de Aquino um "bem útil", e prossegue, considerando ainda que o humor pode ser um vício por excesso, ou seja, por falta de controlo e medianiedade no uso deste. Aqueles que exageram no brincar tornam-se inoportunos, por querer fazer rir constantemente, ao invés tentar não dizer algo imoral e mesmo agressivo para com aqueles a quem a “brincadeira” é dirigida. O humor pode também ser um vício por ausência deste. Aqueles que carecem de humor, irritam-se com os que o usam e tornam-se “frios” e distantes, não deixando a sua alma repousar pelo uso do humor. Como no meio é que está a virtude, aqueles que usam convenientemente o humor, têm a capacidade de converter as coisas que se dizem ou fazem em riso.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
'Amizade'
Amizade (do latim amicus; amigo, que possivelmente se derivou de amore; amar, ainda que se diga também que a palavra provém do grego) é uma relação afectiva, a princípio sem características romântico-sexuais, entre duas pessoas. Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além de lealdade ao ponto do altruísmo. Neste aspecto, pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente.
A amizade pode ter como origem, um instinto de sobrevivência da espécie, com a necessidade de proteger e ser protegido por outros seres. Alguns amigos se denominam "melhores amigos". Os melhores amigos muitas vezes se conhecem mais que os próprios familiares e cônjuges, funcionando como um confidente. Para atingir esse grau de amizade, muita confiança e fidelidade são depositadas.
Muitas vezes os interesses dos amigos são parecidos e demonstram um senso de cooperação. Mas também há pessoas que não necessariamente se interessam pelo mesmo tema, mas gostam de partilhar momentos juntos, pela companhia e amizade do outro, mesmo que a actividade não seja a de sua preferência.
A amizade é uma das mais comuns relações interpessoais que a maioria dos seres humanos tem na vida. Em caso de perda da amizade, sugere-se a reconciliação e o perdão. Carl Rogers diz que a amizade "é a aceitação de cada um como realmente ele é".
A amizade comum costuma determinar, também através da sabedoria popular, aquilo que se deve esperar como sendo componente de uma amizade ideal. Embora muitas vezes na prática alguns ou muitos destes componentes não estejam presentes na relação de amizade, a título informativo, algumas destas afirmativas estarão sendo listadas abaixo:
- a tendência de desejar o melhor para o outro;
- simpatia e empatia;
- honestidade;
- lealdade;
- A amizade leva a um sentimento de altruísmo e lealdade, ao ponto de colocarmos os interesses do outro à frente de seu próprio interesse. Amizade resume-se em lealdade, confiança e amor, seja fraterno ou mais profundo;
- Faz parte da amizade não exacerbar os defeitos do outro e dividir os bons e maus momentos;
- Os amigos evitam ser sufocantes ao outro para que haja respeito nos direitos deste. Evitam também sufocá-los com exigências, para que não haja o risco de perdê-los;
- Os amigos se sentem atraídos pelos outros pela forma que eles são e não pelo que eles possuem. As verdadeiras amizades tudo suportam, tudo esperam, tudo crêm e tudo perdoam pelo simples fato de existir entre eles o verdadeiro amor, também conhecido como amor philéo = amor de amigos.
quarta-feira, 21 de abril de 2010
'Paixão'
"Em sua primeira paixão, uma mulher ama seu amante,
em todas as outras tudo que ela ama é o amor." (Lord Byron)
A paixão (do verbo latino, patior, que significa sofrer ou suportar uma situação difícil) é uma emoção de ampliação quase patológica do amor. O acometido de paixão perde sua individualidade em função do fascínio que o outro exerce sobre ele. É tipicamente um sentimento doloroso e patológico, porque, via de regra, o indivíduo perde a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio.
Diferenças entre amor e paixão
Pode-se dizer também que paixão é algo muito mais passageiro que o amor, pois, sendo uma patologia deste, com o passar do tempo e sendo rompido o véu da idealização do outro, cai-se na realidade, transformando-se a paixão em amor, ou nada restando do sentimento afectivo. Estudos de Psicologia dos sentimentos indicam que o estado de paixão muito dificilmente ultrapassa os três anos.
O sentimento exacerbado entre duas pessoas, é um exemplo de uma paixão. A paixão pode ultrapassar barreiras sociais, diferenças de formação, idades e géneros. A paixão completamente correspondida causa grandiosa felicidade e satisfação ao apaixonado, pelo contrário qualquer dificuldade para atingir essa plenitude pode trazer grande tristeza pois o apaixonado só se vê feliz ao conseguir o objecto de sua paixão. A paixão é uma patologia amorosa, um superlativo fantasioso da realidade sobre o o outro, tendo em vista que o indivíduo apaixonado se funde no outro, ou seja, perde a sua individualidade, que só é resgatada quando na presença do outro. Com o passar do tempo, essa intensidade de fusão vai se esvaindo, tendo em vista que a paixão é uma idealização mítica do outro. Quando o apaixonado começa a perceber que essa idealização, com o passar do tempo, foi equivocada, porquanto o outro não se comportava dentro do perfil de expectativas idealizado misticamente pelo apaixonado, é gerada uma intensa frustração, que passa a ser vivenciada com intensa irritabilidade pelo então apaixonado. Desta forma, o apaixonado vai percebendo o equívoco que cometeu, pela recorrência das frustrações no tocante às suas expectativas fantasiosas pelo outro, objecto da paixão e o processo começa então a regredir, a se inverter, com a paulatina volta e reforço da identidade do ex-apaixonado, que passa a enxergar o outro como ele realmente é, o que, via de regra pode até gerar um sentimento inverso de extrema repulsa, pelos sofrimentos suportados.
Existem pesquisas científicas nesse âmbito, que mostram que a paixão, apesar de intensa e arrebatadora, é um sentimento passageiro. Estima-se que a mesma não dure por mais de quatro anos. Adolescentes estão mais sujeitos a apaixonarem-se, devido ao pouco conhecimento de mundo entre outras coisas, o que não significa que pessoas de maior idade não estejam passíveis de tal sentimento. O que ocorre é que a pessoa adulta, por ter maior conhecimento de mundo, por ter vivenciado maiores experiências, não estará tão sujeita a perder a razão e deixar-se dominar pelo peso do sentimento.
(Autor Desconhecido)
"É a paixão que está em um beijo que dá a ele sua doçura; é o afeto em um beijo que santifica-o."
(Christian Nevell Bovee)
(Christian Nevell Bovee)
terça-feira, 20 de abril de 2010
'Análise Transacional'
A Análise Transacional é um método psicológico criado em 1958 pelo psiquiatra Eric Berne de origem canadiano e residente nos EUA. Informalmente conhecida como AT, estuda e analisa as trocas de estímulos e respostas, ou transações entre indivíduos. O nome original do método é Transactional Analysis. Os pressupostos básicos foram escritos por Claude Steiner** (Os Papéis que Vivemos na Vida), e são:
1. Todos nascemos, isto é, com potencial para viver, pensar, desfrutar.
2. Todas as doenças são curáveis, desde que se encontre a abordagem adequada.
Estes dizeres levam a crer que a AT diferencia Carácter e Personalidade. O Carácter são as tendências que trazemos, como por exemplo, tendência para a lealdade, passividade, alcoolismo, rebeldia, etc. Já a Personalidade constitui-se da educação e sociedade, daquilo que provém do meio externo, ou seja, das informações de pais, professores, religião, cultura. A análise Transacional é um estudo psicodinâmico, entretanto sua principal diferença em relação a psicanálise é que a pessoa pode modificar seus sentimentos, pensamentos e escolhas pelo autoconhecimento e desenvolvimento pessoal. Esta possibilidade é enfatizada em sua teoria básica, vinda de Berne, que são: estados de ego, transações, posição existencial e roteiro de vida. O Carácter, advindo da genética - gestação - parto - desenvolvimento neuromotor não invalida a autonomia possível em suas escolhas.
Para os Analistas Transacionais, portanto, o ser humano carrega em si a capacidade criativa, e fazendo-se uma metáfora,comparado a uma árvore, teria a seiva que passa pelo seu interior construtiva,a forma de seu tronco seria a personalidade e a madeira que constitui essa forma seria o carácter.
Traduzindo: esta essência boa refere-se à capacidade de viver e ser feliz independente de suas limitações biológicas, culturais e de educação. Uma capacidade do ser humano crescer e desenvolver-se - em Análise Transacional corresponde à Posição Existencial.
CARÁCTER + PERSONALIDADE = FORMAÇÃO DO SER.
sexta-feira, 26 de março de 2010
'Felicidade'
A felicidade é uma gama de emoções ou sentimentos que vai desde o contentamento ou satisfação até à alegria intensa ou júbilo. A felicidade tem ainda o significado de bem-estar ou paz interna. Em linguagem comum, quando se diz "estou feliz", está-se a utilizar o primeiro significado — o de emoção. Enquanto que se se diz "sou feliz", se está a utilizar o significado de bem-estar.
Existem diferentes abordagens ao estudo da felicidade e das suas causas, que têm sido usadas pela filosofia, a religião e a psicologia. O Homem sempre há buscado a felicidade e tanto os filósofos como os religiosos sempre se hão dedicado a encontrar as suas causas e em definir que tipo de comportamento ou estilo de vida aumenta o nosso nível de felicidade. Estes pensadores veém a felicidade como aquilo que modernamente chamamos bem-estar ou qualidade de vida, e não simplesmente como uma emoção. Neste sentido a felicidade é o que os gregos antigos chamavam de Eudaimonia, um termo ainda usado em Ética. Pelo contrário para a emoções associadas à felicidade os filósofos preferem utilizar a palavra prazer.
É difícil definir rigorosamente a felicidade, e ainda mais difícil definir medidas desta. Investigadores em Psicologia desenvolveram diferentes métodos, por exemplo o Inventário da Felicidade de Oxford, para medir o nível de felicidade de um indíviduo. Nestes tem-se em conta factores fisiológicos e psicológicos. Em investigação a felicidade é assim relacionada com factores como: envolvimento religioso ou político, estado civil, paternidade , idade, rendimento, etc.
A Psicologia Positiva é um movimento recente dentro da ciência psicológica que pretende dar maior enfâse ao estudo da sanidade mental, por oposição à psicologia mais tradicional que estuda sobretudo as patologias. Este relaciona a felicidade com emoções e actividades positivas.
A economia do bem-estar defende que o nível público de felicidade deve ser usado como suplemento aos indicadores económicos mais tradicionais, como o produto interno bruto, a inflação, etc. Para Alexei Lisounenko felicidade se traduz em aceitação, ou seja, você aceitar quem de fato é, assim possibilitando mudanças em sua vida. A felicidade é um sentimento interno e terno, ela é um reflexo do auto conhecimento. Ele frisa que esta aceitação está longe do conformismo, sentimento onde você aceita sua vida de uma forma negativa, sem perspectiva de mudança.
quarta-feira, 24 de março de 2010
'Ciúme'
Ciúme é "a reacção complexa a uma ameaça perceptível a uma relação valiosa ou à sua qualidade". Provoca o temor da perda e envolve sempre três ou mais pessoas, a pessoa que sente ciúmes - sujeito activo do ciúme -, a pessoa de quem se sente ciúmes - sujeito passivo do ciúme - e a terceira ou terceiras pessoas que são o motivo dos ciúmes - pivô do ciúme.
Este sentimento apresenta carácter instintivo e natural, sendo também marcado pelo medo, real ou irreal, de se perder o amor da pessoa amada. O ciúme está relacionado com a falta de confiança no outro e/ou em si próprio e, quando é exagerado, pode tornar-se patológico e transformar-se em uma obsessão.
A explicação psicológica do ciúme pode ser uma persistência de mecanismos psicológicos infantis, como o apego aos pais que aparece por volta do primeiro ano de vida ou como consequência do Complexo de Édipo não resolvido; entre os quatro e seis anos de idade, a criança se identifica com o progenitor do mesmo sexo e simultaneamente tem ciúmes dele pela atracção que ele exerce sobre o outro membro do casal; já na idade adulta, essas frustrações podem reaparecer sob a forma de uma possessividade em relação ao parceiro, ou mesmo uma paranóia.
Nesse tipo de paranóia, a pessoa está convencida, sem motivo justo ou evidente, da infidelidade do parceiro e passa a procurar “evidências” da traição. Nas formas mais exacerbadas, o ciumento passa a exigir do outro coisas que limitam a liberdade deste.
Algumas teorias consideram que os casos mais graves podem ser curados através da psicoterapia que passa por um reforço da auto-estima e da valorização da auto-imagem. Porém várias teorias criticam a visão psicanalítica tradicional (exemplo: esquizoanálise).
Outros casos mais leves podem ser tratados através da ajuda do parceiro, estabelecendo-se um diálogo franco e aberto de encontro, com a reflexão sobre o que sentem um pelo outro e sobre tudo o que possa levar a uma melhoria da relação, para que esse aspecto não se torne limitador e perturbador.
Ciúme é uma reacção complexa porque envolve um largo conjunto de emoções, pensamentos, reacções físicas e comportamentos:
- Emoções - dor, raiva, tristeza, inveja, medo, depressão e humilhação;
- Pensamentos - ressentimento, culpa, comparação com o rival, preocupação com a imagem, autocomiseração;
- Reações físicas - taquicardia, falta de ar, excesso de salivação ou boca seca, sudorese, aperto no peito, dores físicas.
- Comportamentos - questionamento constante , busca frenética de confirmações e ações agressivas, mesmo violentas.
O ciúme, em princípio, é um sentimento tão natural ao ser humano como o tédio e a raiva. Nós sempre vivênciamos este sentimento em algum momento da vida, diferem apenas suas razões e as emoções que sentimos. Como todo sentimento, tem seu lado positivo e seu lado negativo.
terça-feira, 23 de março de 2010
Conceito de Moda
Moda é a tendência de consumo da actualidade. A moda é composta de diversos estilos que podem ter sido influenciados sob diversos aspectos. Acompanha o vestuário e o tempo, que se integra ao simples uso das roupas no dia-a-dia. É uma forma passageira e facilmente mutável de se comportar e sobretudo de se vestir ou pentear.
Para criar estilo, os figurinistas utilizaram-se de cinco elementos básicos: a cor, a silhueta, o caimento, a textura e a harmonia.
A moda é abordada como um fenômeno sociocultural que expressa os valores da sociedade - usos, hábitos e costumes - em um determinado momento. Já o estilismo e o design são elementos integrantes do conceito moda, cada qual com os seus papéis bem definidos.
A moda é um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social, sociológico. Pode-se ver a moda naquilo que se escolhe de manhã para vestir, no look de um punk, de um skatista e de um pop star, nas passarelas do mundo, nas revistas e até mesmo no fato que veste um político ou no vestido das avós.
Para criar estilo, os figurinistas utilizaram-se de cinco elementos básicos: a cor, a silhueta, o caimento, a textura e a harmonia.
A moda é abordada como um fenômeno sociocultural que expressa os valores da sociedade - usos, hábitos e costumes - em um determinado momento. Já o estilismo e o design são elementos integrantes do conceito moda, cada qual com os seus papéis bem definidos.
A moda é um sistema que acompanha o vestuário e o tempo, que integra o simples uso das roupas no dia-a-dia a um contexto maior, político, social, sociológico. Pode-se ver a moda naquilo que se escolhe de manhã para vestir, no look de um punk, de um skatista e de um pop star, nas passarelas do mundo, nas revistas e até mesmo no fato que veste um político ou no vestido das avós.
segunda-feira, 22 de março de 2010
Michael Jackson_ Tribute 2010 - 52nd Grammies Awards [3D]
Michael Jackson ft Usher, Carrie Underwood, Celine Dion, Kate Hudson e Smokey Robinson - Earth Song
terça-feira, 16 de março de 2010
'Auto-Estima'
Em psicologia, autoestima inclui a avaliação subjetiva que uma pessoa faz de si mesma como sendo intrinsecamente positiva ou negativa em algum grau (Sedikides & Gregg, 2003).
A autoestima envolve tanto crenças auto-significantes (por exemplo, "Eu sou competente/incompetente", "Eu sou benquisto/malquisto") e emoções auto-significantes associadas (por exemplo, triunfo/desespero, orgulho/vergonha). Também encontra expressão no comportamento (por exemplo, assertividade/temeridade, confiança/cautela). Em acréscimo, a auto-estima pode ser construída como uma característica permanente de personalidade (traço de auto-estima) ou como uma condição psicológica temporária (estado de auto-estima). Finalmente, a auto-estima pode ser específica de uma dimensão particular (por exemplo, "Acredito que sou um bom escritor e estou muito orgulhoso disso") ou de extensão global (por exemplo, "Acredito que sou uma boa pessoa, e sinto-me orgulhoso quanto a mim no geral").
F. Potreck-Rose e G. Jacob (2006) propõem uma abordagem psicoterapêutica para baixa autoestima baseada no que elas chamam de "os quatro pilares da autoestima":
1. Autoaceitação: uma postura positiva com relação a si mesmo como pessoa. Inclui elementos como estar satisfeito e de acordo consigo mesmo, respeito a si próprio, ser "um consigo mesmo" e se sentir em casa no próprio corpo;
2. Autoconfiança: uma postura positiva com relação às próprias capacidades e desempenho. Inclui as convicções de saber e conseguir fazer alguma coisa, de fazê-lo bem, de conseguir alcançar alguma coisa, de suportar as dificuldades e de poder prescindir de algo;
3. Competência social: é a experiência de ser capaz de fazer contatos. Inclui saber lidar com outras pessoas, sentir-se capaz de lidar com situações difíceis, ter reações flexíveis, conseguir sentir a ressonância social dos próprios atos, saber regular a distância-proximidade com outras pessoas;
4. Rede social: estar ligado em uma rede de relacionamentos positivos. Inclui uma relação satisfatória com o parceiro e com a família, ter amigos, poder contar com eles e estar à disposição deles, ser importante para outras pessoas.
Os dois primeiros pilares representam a dimensão intrapessoal da autoestima, oi dois outros sua dimensão interpessoal. O tratamento consite em diferentes exercícios que têm por fim capacitar a pessoa a realizar cada um desses passos dos diferentes pilares. Mas antes de se começar o trabalho no primeiro pilar há um trabalho preparatório dedicado à formação do amor-próprio ou cuidado consigo mesmo (al. Selbstzuwendung), que se desenvolve em três passos: (i) tornar-se atento e consciente das próprias emoções, sentimentos, sensações, necessidades corporais e psíquicas, (ii) relacionar-se respeitosa e amorosamente consigo mesmo e (iii) cuidar de si. Os exercícios incluem técnicas de relaxamento, técnicas para lidar com o crítico interno e de se tornar consciênte das partes positivas de si, e muitas técnicas de reestruturação cognitiva e de autoreforço, típicas da terapia cognitivo-comportamental.
quarta-feira, 10 de março de 2010
«Necessidade de Amigo»
Há certas horas, em que não precisamos de um Amor…
Não precisamos da paixão desmedida…
Não queremos um beijo na boca…
E nem corpos a encontrar-se na maciez de uma cama…
Não precisamos da paixão desmedida…
Não queremos um beijo na boca…
E nem corpos a encontrar-se na maciez de uma cama…
Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo o estar ali, quietinho, ao lado…
Sem nada dizer…
Sem nada dizer…
Há certas horas, quando sentimos que estamos para chorar, que desejamos uma presença amiga, a ouvir-nos pacientemente, a brincar connosco, a fazer-nos rir…
Alguém que ria das nossas piadas sem graça…
Que ache as nossas tristezas as maiores do mundo…
Que nos teça elogios sem fim…
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável…
Que ache as nossas tristezas as maiores do mundo…
Que nos teça elogios sem fim…
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável…
Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado…
Alguém que nos possa dizer:
Alguém que nos possa dizer:
Acho que você está errado, mas estou do seu lado…
Ou alguém que apenas diga:
Sou seu amor! E estou Aqui!
terça-feira, 9 de março de 2010
ARTE. . .
"A Arte é nada mais do que a expressão de sentimentos atraves dos olhos de quem a vê...."
Gabriel Feliz
Gabriel Feliz
segunda-feira, 8 de março de 2010
Sentimentos
Actualmente o termo sentimento é muito usado para designar uma disposição mental, ou de propósito, de uma pessoa para outra ou para algo. Os sentimentos assim, seriam acções decorrentes de decisões tomadas por uma pessoa.
Por exemplo, o amor não é o conjunto de emoções (sensações corporais) que a pessoa sente por outra ou algo, mas o acto de sempre decidir pelo bem ou a favor de outrem ou algo, independente das circunstâncias. As sensações físicas sentidas surgem como consequência da decisão de amar. Este sentimento é chamado por muitos estudiosos como ágape, ou amor ágape. Já as sensações que a atracção física que uma pessoa sente por outra produzem em alguém, não podem ser chamadas de amor, ou de algum tipo de sentimento, mas apenas emoções (sensações corporais), consequentes do instinto que levou essa pessoa a sentir atracção física pela outra.
Nesta concepção, um sentimento é uma decisão (disposição mental) que alguém toma em sua mente, ou alma, ou espírito, a respeito de outrem ou algo. Por este conceito, toda e qualquer palavra que denota emoções quando usada, pode ser classificada como sentimento quando se refere a algo que podemos ou não escolher fazer (se é um ato pode-se cometê-lo ou não, não é um instinto fora do controle da consciência) ou seja, que possua uma forma verbal. Exemplos:
- Amor - Amar (pode-se ou não cometer o acto de amar, a si mesmo, a outrem ou a algo);
- Ódio - Odiar (pode-se ou não cometer o acto de odiar, a si mesmo, a outrem ou a algo);
- Alegria - Alegrar (pode-se ou não cometer o ato de alegrar, a si mesmo, a outrem ou a algo);
- Tristeza - Entristecer (pode-se ou não cometer o acto de entristecer, a si mesmo, a outrem ou a algo);
- e outros...
Estes sentimentos (estas decisões ou disposições mentais) porém, vão promover emoções no corpo que, estas sim, serão sentidas. Por isso, uma pessoa que ama outra, por haver tomado essa decisão de amar essa outra, mesmo depois de sofrer algum mal cometido pela pessoa amada, pode continuar amando-a, muitas vezes sem entender como pode amar ao mesmo tempo que sente a emoção característica do momento da ira, ou da dor da traição, ou alguma outra emoção que, racionalmente, poderia conduzir a pessoa que ama a querer deixar de amar.
Um problema que pode confundir o entendimento nesta concepção do que é sentimento, é o facto de que, geralmente, os nomes usados para se referir a um sentimento, também são os mesmos usados para se referir às emoções mais características destes mesmos sentimentos
sexta-feira, 5 de março de 2010
Just Me
You look at me and see the boy
who lives inside the golden world
but don´t believe
that´s all there is to see
you´ll never know the real
me
He smiles through a thousand tears
and harbors adolescent fears
he dreams of all
that he can never be
he wades in insecurity
and hides himself inside of me
Don´t say she takes it all for granted
I´m well aware of all I have
Don´t think that I´m disenchanted
Please understand
It seems as though I´ve always been
somebody outside looking in
Well here I´am
for all of them to bleed
but they can´t take my heart from me
And they can´t bring me to my knees
They´ll never know the real me
but don´t believe
that´s all there is to see
you´ll never know the real
me
He smiles through a thousand tears
and harbors adolescent fears
he dreams of all
that he can never be
he wades in insecurity
and hides himself inside of me
Don´t say she takes it all for granted
I´m well aware of all I have
Don´t think that I´m disenchanted
Please understand
It seems as though I´ve always been
somebody outside looking in
Well here I´am
for all of them to bleed
but they can´t take my heart from me
And they can´t bring me to my knees
They´ll never know the real me
quinta-feira, 4 de março de 2010
Solidão
Quero escrever o que não consigo dizer. Apetece-me abrir, como um livro em branco e a cada palavra uma emoção. Um significado, um pedaço de ficção tornado real. Sinto-me a desfalecer, como um sobrevivente num barco no meio de uma tempestade, onde sabe que só um milagre o fará sobreviver. Porque sou assim? Porque não consigo controlar-me, tento sempre algo com medo das pessoas não gostem mim. Não quis sofrer mais, por isso decidi afastar-me de toda a gente. Agora em vez de um coração tenho uma pedra. Difícil será pedir ajuda, mas porque fujo de tudo e de todos. Não enfrento os meus medos. Sempre a fugir, mas os problemas não desaparecem, apenas adormecem num sono leve. Continuamente dormindo, até um dia que acorda. Mais furioso, que um bebé com sono. Será que um dia vou acordar para a vida? Será que algum dia, vou deixar de fugir. De não precisar de me esconder por detrás duma máscara. Algum dia terei paz, comigo mesmo. Procuro o que? Escondo-me do que? Do sofrimento?! Mas senão sofrer não viverei, ficará sempre a angústia de poder ter feito algo mais, ser capaz de ter feito outra coisa para me mudar a mim. Então o que me falta? Não sei, não me conheço, e muito menos sei quem fui, sou ou serei. Sou um sentimentalista barato, daqueles livros que se compram, mesmo não sabendo o fim são todos iguais e terminaram de certeza da mesma maneira. Só muda o conteúdo, a forma do conteúdo é sempre mesma. Devo ser mesmo uma criancinha, não amadureci o suficiente. Não cresci em termos mentais. Se calhar não vivo, sobrevivo. Vou sobrevivendo, não questionando, não esticando a corda. Se calhar limito-me a seguir as pesadas dos outros. Em vez de ter uma personalidade própria. Se calhar também por ter mentido, muito a mim próprio agora já não sei quem sou. Perdi-me no caminho, e agora não sei o caminho de volta. Um circulo vicioso, onde já não se sabe onde começou e onde acaba. Ainda terei a tempo, de me encaminhar e não me perder de vez?
Alguém saberá me dar essa resposta e tantas outras que eu não sei. Talvez não tenha procurado bem, ou não tenho procurado nos sítios certos. O lamentar não me ajuda em nada, só faz com que tenha pena do que estou a ser neste momento. O frio passou, o frio que tinha quando comecei a escrever, mas o gelo dentro de mim, a angústia, a tristeza, o sofrimento continua. Não há alegria nos meus olhos, como num dia cinzento onde só chove. Em que a minha cara são as gotas, que caíram nesse dia de temporal. Onde o sol se escondeu, tornou-se cinzento, carregado. Não há cores vivas, mas sim cores mórbidas. Algum dia terei gostado de alguém realmente? Sim, apesar de tudo não sou assim tão frio. Da minha família, dos meus verdadeiros amigos, desses gostei. Então quando deixei de gostar? Quando deixei de ter interesse na vida? Quando passei a sobreviver, como um náufrago onde só ver mar e mar e mais mar. Mas acredito que sobreviverei, mas já não tenho a certeza de nada
quarta-feira, 3 de março de 2010
Emoções
Emoção, é uma experiência subjetiva, associada ao temperamento, personalidade e motivação. A palavra em inglês 'emotion' deriva do francês émouvoir. Que é baseada do latim emovere, onde o 'e- (variante de ex-) significa 'fora' e movere significa 'movimento'. [1] O termo relacionado motivação é assim derivado de movere.
Não existe uma taxionomia ou teria para as emoções que seja geral ou aceita de forma universal. Várias vem sido propostas, entre elas:
Não existe uma taxionomia ou teria para as emoções que seja geral ou aceita de forma universal. Várias vem sido propostas, entre elas:
- 'Cognitiva' versos 'não cognitiva' emoções
- Emoções intitivas (vindas da amígdala), versos emoções cognitivas (vindas do cortex prefrontal)
- Básicas versos complexas: Onde emoções básicas constituem as mais complexas
- Categorias baseadas na duração: Algumas emoções ocorrem em segundos (ex. surpresa) e outras levam anos (ex. amor)
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